Blog da turma da sala 3

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sábado, 25 de outubro de 2008

28 a. BIENAL DE SÃO PAULO

Montagem das obras da Bienal
Tapete de lã feito por Mircea Cantor, da Romênia (à esquerda) e o tobogã criado pelo belga Carsten Höller para a 28ª Bienal de São Paulo. Entre as diversas performances previstas para o evento, o paulista Maurício Ianês vai passar 13 dias no edifício sem roupas e sem dinheiro, vivendo exclusivamente do que há nele. (Foto: Daigo Oliva / G1/globo.com))

A BIENAL

Quando: de 26/out a 6/dez (de terça a domingo, das 10h às 22h)


Onde: Pavilhão da Bienal, Parque do Ibirapuera, portão 3, tel. (11) 5576-7600


Quanto: grátis


Informações: http://www.28bienalsaopaulo.org.br/

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Trópicos em Berlim

Máscara - instalação de Marcos Chaves


Sampa de Beatriz Milhazes






Da exposição no Martin-Gropius-Bau fazem parte obras de 14 brasileiros. Artistas e especialistas participam de debates acerca da "arte do sul" do planeta.

Com curadoria de Alfons Hug (diretor do Instituto Goethe do Rio de Janeiro), Peter Junge e Viola König (Museu Etnológico de Berlim), a mostra Trópicos. Visão do centro do globo reúne 85 obras de 40 artistas contemporâneos, entre eles 14 brasileiros. A mídia alemã, até agora, tem destacado as reproduções fotográficas de Caio Reisewitz e o trabalho multimídia de Roberto Calbot.

Franz Ackermann, Hans-Christian Schink, Andreas Gurski, Thomas Struth, Julian Rosefeldt e Candida Höfer, entre outros, são artistas alemães que participam da mostra. Todos viajaram em diversas ocasiões por Brasil, Venezuela, Guatemala ou Peru, muitas vezes a convite do Instituto Goethe.

Teatro, cinema e debates

O grupo de artistas Frente 3 de Fevereiro, a coreógrafa argentina radicada em Berlim Constanza Macras (com a peça Paraíso sem Consolação, em alusão aos bairros de São Paulo), uma palestra do sociólogo Sérgio Costa e noites com DJs brasileiros compõem outros pilares do projeto Trópicos.

No cinema Arsenal, uma mostra de filmes faz uma "expedição cinematográfica aos trópicos'", exibindo 12 longas de Robert Siodmak, Jean Renoir, Luis Buñuel e Werner Herzog, entre outros. Além do elogiado Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci. Em outubro, o Instituto Ibero-Americano, que organiza parte do programa paralelo, deverá sediar uma série de palestras e discussões sobre a obra do cineasta Glauber Rocha.

Fonte :DW-WORLD.DE

sábado, 5 de julho de 2008

Exposições Fabio Miguez e Wagner Malta Tavares

filme "O Barqueiro" de Wagner M.Tavares






fotografia "Coluna" de Wagner Malta Tavares














Ellen, Eliana e Cristina admiram tela de Fabio Miguez


Exposições na Galeria de Arte Anita Schwatz até 12 de julho de 2008
segunda á sexta 10h as 20h
sábado 11h às 17h

domingo, 11 de maio de 2008

Viviane e Cristina no museu de Belas Artes em visita a exposição de Taunay

Museu de Belas Artes apresenta retrospectiva de Nicolas-Antoine Taunay





Auto-retrato. c. 1800. Crayon sobre papel





Pinturas, desenhos e vídeos compõem a exposição “Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura dos trópicos”, inaugurada no dia 6, no Museu Nacional de Belas Artes.
A mostra, inserida nas comemorações dos 200 anos da chegada de D. João e da Família Real ao Rio de Janeiro, tem curadoria da historiadora Lilia Moritz Schwarcz, e apresentará – pela primeira vez – toda a trajetória artística de Nicolas-Antoine Taunay, cujo trabalho estabeleceu um diálogo original entre as telas classicistas francesas, as paisagens iluminadas de Roma e as vistas tropicais do Rio de Janeiro.
Setenta e uma obras ocupam cinco salas do museu. Dividida em módulos, a mostra conduzirá o público a uma viagem pela obra do artista. Taunay nasceu em Paris, em 1755, e começou sua carreira de pintor aos 13 anos. Freqüentou a Academia Real de Pintura e Escultura da França e a Academia de França, em Roma. Aos 60 anos, vem para o Brasil com a esposa e cinco filhos. Aqui chegou em 1816 junto com um grupo de artistas franceses, do qual faziam parte, entre outros, Debret e Grandjean de Montigny. Taunay morou no Rio de Janeiro durante os cinco anos em que permaneceu no país. Os artistas franceses ficaram fascinados pelas paisagens tropicais, e contribuíram muito para a formação da história das artes visuais no Brasil. Será a mais importante mostra do artista já exibida no país.








Largo do Machado à Laranjeiras. 1816-1821. Óleo sobre tela



De 6 de maio a 6 de julho
Museu Nacional de Belas Artes (Avenida Rio Branco, 199, Centro)
De terça a sexta-feira, das 10h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada gratuita aos domingos. De terça-feira a sábado, ingressos a R$5.
Informações: 2240-0068
Cascatinha da Tijuca. 1816-1821. Óleo sobre madeira







fonte; jb on line 5/5/2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Carlos Zílio na nova Galeria Anita Schwartz

Eliana e Veronica apreciam as obras de Carlos Zílio